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Janeiro 2019 (Abdome)
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Diagnóstico

Hiperplasia Nodular Focal (HNF).

Discussão

A HNF é o segundo tumor benigno, o mais comum do fígado após o hemangioma e tem uma predominância relatada de 0,9%, mais comum no sexo feminino (8:1), ocorrendo em pacientes relativamente jovens. Aproximadamente 20% dos pacientes têm lesões múltiplas e a combinação de múltiplas HNF e de hemangiomas é razoavelmente comum.
A patogênese desta lesão não é muito bem compreendida, tendo como principal hipótese a de malformação vascular relacionada a uma lesão de mesma natureza como mecanismo subjacentes. 
A aparência de uma clássica HNF consiste em contornos lobulados e parênquima que é composto de um estroma central fibroconectivo de onde se irradiam ?septos? fibrosos determinando sua distribução arquitetural, com formação de um aspecto que sugere um padrão de ?cicatriz central? e em alguns casos patologia macroscópica que se assemelha a uma fatia de
laranja.
Acompanha-se por uma rede rica dos capilares, originados em ramos oriundos da artéria hepatática, que fornece sangue arterial, sendo que a partir da rede de sinusóides a drenagem sanguínea é feita para o sistema venoso hepático.

Achados de imagem

Mesmo não possuindo a mesma especificidade do que ressonância magnética (RM) para avaliação tecidual de lesões em partes moles, a tomografia vem ganhando cada vez mais espaço para avaliação de lesões hepáticas, este deverá seguir o protocolo recomendado que consiste TC trifásica, incluindo as fase não contrastada e arterial.
A HNF típica pode ter contornos lobulados na TC sem contraste, com a lesão hipo a isoatenuante em relação ao restante do parênquima. Na fase arterial, as lesões tornam-se hiperatenuantes devido ao realce intenso e homogêneo, exceto pela ?cicatriz central?. Já nas fases posteriores, as lesões tornam-se isoatenuantes com o fígado circundante, sendo que a
cicatriz central apresenta realce progressivo com ?enchimento? na fase tardia, não sendo usual observar lavagem do contraste.
A RM tem maior sensibilidade para detecção da cicatriz central do que a TC, contando com valores estimados em 78% e 60%, respectivamente.
Tipicamente a HNF apresenta-se iso ou hipointensa, em imagens T1e ligeiramente hiper ao isointensa em imagens ponderadas em T2, ao passo que a cicatriz central é de alto sinal T2 em até 84% dos casos. O padrão hemodinâmico é o mesmo observado à TC, podendo-se caracterizar melhor o realce da cicatriz central utlizando técnicas de subtração digital com a fase tardia.
Quando pequenos podem apresentar-se idênticos aos adenomas, sendo a diferenciação entre ambos bastante limitada. Alguns desses (até 20%), inclusive podem conter gordura microscópica, o que determina queda de sinal nas sequências T1 gradiente-eco, achado de alta especificidade para adenomas.
A utlização de contraste hepatoespecífico, o ácido gadoxético (Gd-EOB-dTPA, Primovist®, Bayer Schering, Berlim, Alemanha) facilita a sua diferenciação com o diagnóstico diferencial mais comum, o adenoma hepatocelular, sendo que a HNF retém o meio de contraste na fase hepatobiliar, fato que não ocorre usualmente com os adenomas.

Conclusão

HNF clássico é uma lesão benigna, na maioria das vezes assintomática e bastante comum nos estudos de CT e RM do abdome, porém quando não apresenta características de alta especificidade, sua diferenciação com o adenoma hepático é bastante limitada. Nesses casos sugere-se que o relatório deixe claro que a lesão apresenta sinais de baixa agressividade,
necessitando eventualmente de controles por imagem.

Autores

Francisco Bermal Caparroz Neto, Lais Paula Daneluci Martins, Eduardo Miguel Febronio.

Referência Bibliográfica

Hussain, Shahid M., Terkivatan, T., et al, Focal Nodular Hyperplasia: Findings at State-of-the-Art MR Imaging, US, CT, and Pathologic Analysis, Radiographics, January-February 2004, Volume 24 Number 1 Elsayes, Khaled M; Narra, Vamsidhar R., Focal Hepatic Lesions: Diagnostic Value of Enhancement Pattern Approach with Contrastenhanced 3D GradientEcho MR Imaging, Radiographics, September-October 2005, Volume 25 Number 5.

Caso Clínico do Mês
Casos Clínicos
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Agosto 2018 (Tórax)
Feminino, 54 anos, dispneia aos médios esforços e fraqueza em membros.
Dezembro 2017 (Coluna)
Paciente do sexo feminino, 25 anos, com história de trauma em piscina há um mês evoluindo com dor cervical e paresia de membros superiores.
Janeiro 2018 (Neuro)
Sexo feminino, 47 anos. Exame realizado 10 dias após parada cárdio-respiratória.
Fevereiro 2018 (Tórax)
Paciente do sexo masculino, com 87 anos e dispneico.
Março 2018 (Tórax)
O primeiro paciente do sexo masculino, 61 anos, iniciou com tosse produtiva e dispneia aos médios esforços. Tabagista de 10 anos-maço, sem outras particularidades; Ao exame físico apresentava ausculta pulmonar com murmúrio vesicular diminuído e estertores creptantes a direita; Hemograma com leucocitose e desvio a esquerda.
Maio 2018 (abdome)
Paciente do sexo feminino, 19 anos, com dor lombar à esquerda há 4 dias e hematúria.
Junho 2018 (Abdome)
Paciente 89 anos, apresentando vômitos, distensão e dor abdominal há 2 dias.
Abril 2018 (Neuro)
Paciente do sexo feminino, 43 anos, apresentando queixa de cefaleia há quatro dias.
Julho 2018 (Cabeça e Pescoço)
Paciente de 5 meses, masc., com adenomegalia à direita
Setembro 2018 (Cabeça e Pescoço)
Feminino, 48 anos, abaulamento cervical do lado esquerda.
Outubro 2018 (Radiologia Abdominal e Intervencionista)
Paciente do sexo feminino, 55 anos, com dor lombar à esquerda há 5 horas, náusea, vômito e abaulamento em flanco. Ao exame físico apresentava-se descorada e taquicárdica, com giordano positivo.
Novembro 2018 (Neuro)
LVS, sexo masculino, 2 anos e 9 meses. Nasceu com 41 semanas de parto cesárea. Apresentou 2 episódios convulsivos nos últimos dois meses e atraso na fala.
Janeiro 2019 (Abdome)
Paciente do sexo feminino, 31 anos, assintomática, investigação de nódulo hepático visualizado em exame de US.
Abril 2019 (RM Cardíaca)
BKS, masculino, 30 anos, dor precordial com biomarcadores elevados e cateterismo sem alterações coronárias.
Março 2019 (abdome)
CB, masculino, 49 anos com dor abdominal difusa.
Fevereiro 2019 (abdome)
Paciente sexo feminino, 78 anos, dor abdominal de forte intensidade em região de FIE, náusea, vômito e febre há 3 dias, acompanhado de DB+ na FIE.
Dezembro 2018 (Abdome)
Mulher, 22 anos, com queixa de dor abdominal e febre. Antecedentes pessoais: Pós operatório tardio de trauma no joelho há 3 meses e diabetes melitus tipo 1
Novembro 2017 (Neuro)
Paciente do sexo feminino, 54 anos, internada com hipernatremia e em coma há 40 dias (Glasgow 5)
Setembro 2017 (Tórax)
Caso cedido pelo grupo de tórax da residência. - Paciente do sexo feminino, 34 anos. - História de tosse crônica e dispneia.
Outubro 2017 (Abdome)
Paciente do sexo feminino, 5 dias de vida, apresentando vômitos e com suspeita de estenose hipertrófica do piloro.
Julho 2017 (Coluna)
Masculino, 14 anos. Fraqueza, distúrbios da marcha e incontinência urinária.
Junho 2017 (Neuro)
Paciente masculino, 64 anos, admitido no Hospital com suspeita de acidente vascular cerebral. Realizada Ressonância Magnética (RM) do encéfalo que identificou infarto mesencefálico à esquerda, sem outros achados no momento do exame. Após 2 anos paciente retorna ao serviço com sintomas parkinsonianos, tremores e alterações distônicas. Realizada nova RM do encéfalo.
Agosto 2017 (Abdome)
Feminino, 30 anos. Dor abdominal e febre.
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